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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Ultrassom - Periodo do Japão


1o. ultrassom - um pequeno sinal da gravidez
(7 semanas)



8 semanas - 17/08/2010



10 Semanas - 31/08/2010 - Tomando forma




10 Semanas - 31/08/2010




16 Semanas - 12/10/2010




Será que ela esta chupando o dedinho?




Uma foto " colorida "




21 semanas - 16/11/2010




25 semanas - 14/12/2010
Ultimo ultrassom antes da viagem

sábado, 29 de janeiro de 2011

Olha ai um novo video meu - Rafaela Yumi

Rafaela Yumi

Escolhemos o nome:
RAFAELA YUMI


Rafaela


Click here to find out more!
De menina
hebraico

Feminino de Rafael, do hebraico Refael ("Deus curou"), o nome de um dos sete arcanjos.

Rafaela Aparicio (1906-96), atriz espanhola, de "Ana e os Lobos".





Yumi em japonês



 
 
Yumi:Japonês:
Que Significa Arco (Arco);
Útil Beleza.
Este Nome Normalmente É Dado A Meninas Com Os Olhos Especialmente Bonita.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Exames e Novidades

A Rafa vai bem, obrigada.
O Pré-natal segue a todo vapor, vou em 2 médicos, um do posto de saúde de Santo Amaro, e este me encaminhou para o posto de saúde do Jd Aeroporto, para ter acompanhamento com um GO especialista em Alto Risco.
Alto Risco por conta da minha idade, vou deixar bem claro, pq a bebê segue bem.
Mas é um procedimento padrão do Mãe Paulistana, um programa do governo que tem ajudado a muitas gestantes.
http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/saude/programas/index.php?p=5657
Estou fazendo o Pré-Natal pelo posto pq este fica bem próximo de casa, e qq outro GO q eu procurasse teria q me locomover a uma distância bem maior.
E não tenho dificuldades de fazer os exames tb.
Ou melhor não tinha até semana passada, o último US obstetrico q o GO dr Oliva pediu, do Posto de Santo Amaro não consegui marcar, não tem agenda, só para final de março. E como a previsão do parto é para 27 de março, já ficou complicado.
Acabei marcando no laboratório onde a Monica trampa, vou ter de pagar como particular, mas ainda bem q o precinho é camarada.
Como fiz outros exames pela rede pública, no final não vai ficar tão caro assim.
Mas de qq forma vou tentar no hospital Regional Sul.
Passei em atendimento com uma GO do PS de lá, vou ver se consigo fazer lá, pq tenho um retorno para repetir um exame de ECO FETAL q o GO do posto Jd Aeroporto pediu. Quero ver se consigo agendar pra fazer os 2 juntos.
Voltando ao programa Mãe Paulista, tb através do posto tenho créditos para fazer o transporte para o médico do alto risco e para exames q não são realizados no meu bairro.
http://www.sptrans.com.br/bilhete_unico/maePaulistana.aspx
Teria direito as consultas do médico de Santo Amaro e exames, mas por causa de um pequeno problema financeiro da Secretaria da Saúde, pq a verba deste ano ainda não foi liberado, tb não estão sendo liberados todos os créditos.
Bom fazer o q né? Nem tudo é perfeito. Mas alguma coisa estou conseguindo, e isso já ajuda muito.
O parto vai ser particular, pq não pretendo correr riscos usando o atendimento público. Sei lá, a gnt escuta tantas estórias e noticias, q fico com certos receios.
E já q posso pagar, vou fazer ao menos esse agradinho comigo.
Já visitei a Maternidade Santa Marina e a Maternidade Vida´s.
A Maternidade Santa Marina enfrentou uma grave crise há cerca de 2 anos mais ou menos. Mas parece q ela foi vendida para um empresário no final do ano passado (2010) e está se reerguendo. Mas como nada acontece da noite para o dia, ainda não esta operando de forma plena como já conheci. Então ainda estou em dúvida. Mas fica dentro do q posso pagar.
A Maternidade Vida´s fica na Av Nossa Senhora do Sabará e visitei hj. Infelizmente não cheguei a ver os quartos, foi pena. Tb é uma maternidade de médio porte, e fica dentro das minhas possibilidades, parece ser legal, mas é claro, as instalações não são novas, mas o pessoal parece ser bem receptivo.
Bom ainda pretendo visitar a Maternidade Alvorada de Santo Amaro, e ainda pretendo ver o preço da Maternidade Alvorada de Moema.
Liguei para a Maternidade São Luiz e bem, como imaginava lá é mto caro. Infelizmente esta fora das minhas condições.
De resto td está indo bem.
A Rafa continua se mexendo mto. Tem hr q parece q ela fica dançando na minha barriga, de tanto q ela mexe.
As vezes ela fica empurrando a minha barriga para direita, chega a enfiar o pé (ou qq outra coisa na minha costela logo abaixo do peito) e até me fez perder o folego e chorar.
Acabei de falar com o Marcos, e consegui convence-lo a deixar o nome dela como Rafaela Yumi.
Semana q vem tenho de providenciar as lembrancinhas de Maternidade. E estou pensando como farei com o enfeite da porta do quarto.
E ainda estou pensando se farei o chá de fralda.
E esta muito QUENTE !!!
E meus pés estão inchando que é uma maravilha. Parece um bolo com excesso de fermento. Eles já inchavam no verão, qdo eu andava mto, bem antes de engravidar, qdo ainda vivia aqui.
E agora grávida, estão bem mais inchados. Não importa se eu ande ou não. Mas falaram q é assim mesmo.
Está cada vez mais próximo o dia do parto.
E parece q tem tanta coisa ainda pra resolver.
Tenho q comprar pijama e lingeries (sutiâ e calcinha) da linha maternidade. E tenho de preparar as malas de maternidade.
Malas pq a Tiemi falou q tenho q fazer as malas separadas, para a bebê e para mim.
Por eqto é só.


segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Estética na gravidez

Tratamentos para amenizar as mudanças do corpo sem prejudicar o bebê

por Nayara Marques | 28/12/2010

Perto da felicidade de ser mãe, enjoos, esquisitos desejos e alterações de humor passam despercebidos. Acompanhar o desenvolvimento do bebê durante os nove meses da gestação é sensação única. Mas como todo bônus tem seu ônus, em algum momento a futura mamãe vai se perguntar: o que fazer com as estrias, manchas e celulites que poderão surgir nesta época? Não se desespere. Existem tratamentos estéticos que amenizam as transformações e mostram que a fase pode ser ainda mais bela.

Drenagem linfática X Celulite

A retenção hídrica é um problema comum entre gestantes. Segundo Paula Raso, dermatologista da clínica carioca Beaux, o líquido acumulado pode gerar celulite. "A gestação é um período em que ocorre muitas alterações no corpo da mulher. Há uma grande alteração hormonal, o que provoca a retenção hídrica. É comum a piora da celulite, principalmente no último trimestre", explica. Isabel Martinez, da Clínica Martinez, em São Paulo, acrescenta: "Além da questão hormonal, a retenção pode acontecer pela alteração de peso, permeabilidade dos vasos e alterações do sistema linfático".
A solução, aponta Raso, é a drenagem linfática. "O tratamento realizado por um fisioterapeuta qualificado pode contribuir para a diminuição do inchaço e do aparecimento da celulite. É excelente e pode ser realizado por mulheres grávidas", diz.

Filtro solar X Manchas

Em algumas mulheres a gravidez é marcada pelo escurecimento das aréolas mamárias e pelo surgimento da linha negra ao longo do abdome. "Esse escurecimento tende a melhorar espontaneamente após a gestação. Já o melasma, caracterizado por manchas escuras na pele, pode persistir. Por isso, é aconselhável o uso de filtro solar em mulheres que tenham esse tipo de mancha", recomenda.

Cremes X Estrias

Estrias são o efeito indesejado mais comum na gravidez. As temidas linhas surgem entre 50% e 90% das mulheres grávidas. "Muitas desenvolvem as estrias já na primeira gestação. Outras apresentam em gestações subsequentes. Elas costumam aparecer no último trimestre em locais como abdome, mamas, coxas e glúteos", diz Raso, que destaca os principais causadores destas vilãs. "O estiramento mecânico da pele, a hereditariedade e a influência hormonal são alguns. Quando há presença prévia de estrias na região das mamas ou das coxas e/ou histórico familiar, há aumento de chance do aparecimento das marcas", diz.

De acordo com Martinez, estudos recentes mostram que o organismo de mulheres grávidas altera a resposta do colágeno na pele, que tem como função unir e fortalecer os tecidos. "Essas pesquisas sugerem que há uma diminuição do metabolismo do fibroblasto nos pacientes que apresentam estrias de distensão, resultando em uma diminuição na resposta do colágeno, da elastina e do fibroblasto desses indivíduos", explica a diretora da Clínica Martinez.

Para se prevenir, Raso aconselha massagens à base de cremes específicos: "Aqueles que contêm centella asiática, alfa tocoferol, colágeno e elastina hidrolisados são os mais indicados. Estão associados a menor incidência de estrias na gravidez e podem ser usados de maneira preventiva". Para tratar as linhas já existentes, a especialista indica alguns tratamentos a serem realizados após o parto. "Hoje o tratamento para estrias é satisfatório e deve ser iniciado logo após o parto. Lasers, peelings, Subcision (técnica cirúrgica desenvolvida para amenizar depressões profundas na pele) e cremes indicados por dermatologistas podem melhorar muito a aparência".

Controle seu peso

Dar atenção ao peso durante a gestação é fundamental para controlar o surgimento de estrias, continua Martinez: "A paciente deve engordar no máximo 15 kg. Estudos mostram que a partir deste ganho, a probabilidade de surgir estrias é maior. Além disso, este aumento de peso deve ser gradual e não de uma só vez. Mulheres com IMC (Índice de Massa Corporal) acima de 27 devem optar por emagrecer um pouco antes de engravidar". Além das marquinhas, a paciente pode tratar a flacidez abdominal com radiofrequência, mas somente após o nascimento do bebê. "Ainda assim, as sessões são contraindicadas para mulheres que estão amamentando", ressalta.
Tratamentos X Espinhas
Apesar de não existir muita informação na literatura médica sobre o agravamento de espinhas durante a gravidez, a dermatologista cita um estudo que comprovou a relação das duas. "A pesquisa realizada com 400 gestantes mostrou que 42% delas declararam piora do quadro durante a gravidez e 75% relataram melhora das espinhas no pós-parto", conta.

Raso destaca a importância do acompanhamento com um especialista, tendo em vista que algumas substâncias normalmente utilizadas em tratamentos de acne são contraindicadas para grávidas. "O peeling de cristal é liberado durante a gestação e contribui para o controle de cravos, além de oferecer maior luminosidade à pele do rosto", recomenda. Martinez cita alguns medicamentos tópicos que podem ser utilizados. "Peróxido de benzoila, ácido azelaico e eritromicina são excelentes, mas devem ser usados para quadros graves de acne", alerta. Já técnicas como botox, preenchimento e lasers devem ser evitados durante a gravidez. "Não há estudos que garantam a segurança deles para o feto", ressalta Raso.

Ioga X Ansiedade

Para encontrar o equilíbrio e encarar a gravidez de uma forma mais tranquila, a técnica indicada é a ioga. A professora Fabrisia Freitas, que desenvolve um trabalho com gestantes no Espaço Nirvana, diz que a prática é fonte de relaxamento. "A Savasana, que consiste em deitar com a barriga para cima, é realizada depois das posturas e possibilita um melhor espaço interno e físico para o relaxamento", conta.

A professora sugere uma segunda opção para quem quer relaxar. "Podemos introduzir a técnica conhecida como Yoga Nidrá durante as posturas. Nela, damos comandos de relaxamento para a mente, corpo e coração", explica. O método é uma descontração dos músculos, tendões e articulações. "A prática é indicada para equilibrar as inteligências que temos conosco e integrar o ser humano e o seu corpo, permitindo que a gestação esteja em harmonia e em sintonia com a saúde. O equilíbrio das polaridades feminina e masculina é de significativa importância para gerar um bebê saudável", diz.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Véspera da Consulta

Veja mais recados



Amanhã é dia de consulta. A última antes do embarque. Será que o nenê vai deixar eu saber o sexo? Na consulta anterior, o médico falou que é menina, mas como ele é bem atrapalhado, acho que ele pode ter se enganado. Bom, espero que eu consiga descobrir desta vez. Mas não faz mal. Tem outro ultassom assim que eu chegar no Brasil, lá onde a Monica trabalha. Mas se lá tb não conseguir, vai ficando a próxima até nascer.
Menos de 1 semana para embarcar. Vou morrer de saudades do Marcos. Mas shioganai, fazer o que, foi a escolha que fiz. Toda escolha que fazemos, temos de abdicar de alguma coisa, nem sempre é possível ter tudo.
Espero que esteja tudo bem e que eu possa embarcar.




Veja mais recados

sábado, 11 de dezembro de 2010

Mexeu Mexeu !!!

Mensagens Para Orkut



Ontem o bebê mexeu.
Parecia que deu uma cambalhota na minha barriga.
Foi logo depois que acordei.
E à noite antes de dormir, ele continou se mexendo.
Por eqto só estou sentindo ele deitada.
Provavelmente ele já estava se mexendo, mas sentir só comecei ontem.
É uma sensação incrível.
Até agora eu sabia que ele estava lá dentro pelas imagens do ultrassom.
Pelos enjoos que senti no começo da gravidez.
Mas a partir do momento que a gnt sente o bebê se movimentando, a realidade é outra.
Nossa, é um ser que está crescendo, desenvolvendo lá dentro.
Dependendo da gnt, do que a gnt come, do jeito q gnt vive.
Nossos pensamentos e ações se refletem nele.
Dizem que ele escuta as músicas que ouvimos.
Que escuta a gnt conversando (ou discutindo - e isso pode fazer mal)
Até o que a gnt vê na TV ele percebe.
Pensamentos e sensações.
Então, devemos sempre pensar, desejar, comer, beber, ouvir e fazer coisas boas.
Se tudo reflete nele(a) então já devemos pensar em educar e direcionar nosso filho(a) para o bem.
Essa é a nossa função primordial.
Criar para o mundo.
Espero fazer minha parte direito.



sábado, 4 de dezembro de 2010

O dossiê da chupeta

Afinal, elas fazem bem ou mal para as crianças? Especialistas tiram a questão a limpo e expõem todos os aspectos desta polêmica

Thelma Torrecilha, especial para o iG São Paulo | 02/12/2010 16:21



Foto: Getty Images
A introdução da chupeta deve ser acompanhada pelo médico do bebê

Depois de ganhar um formato anatômico, reconhecida como um instrumento de transição na vida do bebê, a chupeta não é rejeitada e contraindicada por profissionais da saúde como era antigamente. Parece consensual a ideia de que se for usada por crianças que realmente precisam, de forma disciplinada, e abandonada no tempo certo, a chupeta pode desempenhar um papel importante no desenvolvimento.

Mas como descobrir a forma certa? A chupeta não deve ser encarada como uma peça do enxoval do bebê nem ser oferecida para um recém-nascido só porque ele está chorando. Considerando todos os prejuízos à saúde provocados pelo uso inadequado, a chupeta requer uma avaliação criteriosa de quando e como usar.

A introdução da chupeta deve ser acompanhada pelo médico do bebê. Além de avaliar a necessidade junto com a família, ele indicará de que forma ela fará parte da rotina da criança e orientará a escolha do modelo adequado. Os primeiros cuidados são com o tamanho e a qualidade da chupeta. As versões com bico de bolinha, mais baratas e bastante usadas pela população de baixa renda, são condenadas por todos os profissionais.

A odontopediatra Adriana Mazzoni, do Grupo de Saúde Oral da Sociedade de Pediatria de São Paulo, explicou que a chupeta deve ter bico anatômico (chamado incorretamente pelos fabricantes de ortodôntico); escudo côncavo (para não projetar os lábios para frente); furos para ventilação (para não causar assaduras ao redor da boca); e não deve ter argolas, que fazem peso na apreensão e podem enroscar e machucar o bebê.

Segundo Adriana, 30% das crianças precisam de sucção além do peito – o único responsável por desenvolver de maneira plenamente correta a musculatura, as arcadas e a respiração do bebê. Por isso, os pais devem esperar os sinais da necessidade: sugar o dedo ou parte da mão, um paninho, o cabelo da mãe, a roupa. “Chupeta não é feita para tampar a boca de bebê que chora”, adverte.

O pediatra do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo Evandro Roberto Baldacci rejeita a chupeta antes de duas semanas de vida porque a sucção do bico artificial pode provocar o desmame precoce. Mas após a fixação da amamentação no seio até os dois anos de idade, ele recomenda o uso se a criança precisar desse recurso para se acalmar. “Tem crianças que têm necessidade desse apoio. Então, ela é útil nesse intervalo de tempo. Depois disso, ela passa a ser um verdadeiro desastre, isso é que precisa ficar claro”, ressalta.


 

Pode, com reservas

A chupeta apresenta vantagens, desde que usada com restrições: ela não substitui brinquedos e serve só para a hora de dormir

Thelma Torrecilha, especial para o iG São Paulo | 02/12/2010 16:15


Foto: Getty Images
O ideal é que a chupeta seja associada somente à hora de dormir


A neuropediatra Márcia Pradella-Hallinan, coordenadora do setor de pediatria do Instituto do Sono, explica que a chupeta deve ser encarada como um objeto de transição, quando a criança tem necessidade de se acalmar usando a boca. “A finalidade da chupeta é o nome dela em inglês: pacifier, pacificadora”, afirma.

De acordo com ela, a chupeta deve ser relacionada ao sono, como um ingrediente do ritual de dormir, no qual a mãe agrada, brinca, canta, prepara a criança para adormecer. “A gente não encara a chupeta como uma coisa ruim, mas tem que ter limite, como qualquer coisa para criança”, afirma.

Se por um lado ajuda adormecer, a chupeta tem impacto negativo no sono quando escapa da boca e a criança acorda para procurar. Essa fragmentação do sono pode levar aos sintomas comportamentais e cognitivos do sono insuficiente. “A criança levanta mal-humorada, emburrada, chata, agressiva com os amigos”, explica.

A chupeta relacionada ao sono vai perdendo a função por volta de um ano de idade, até ter o uso descontinuado. Esse é um bom momento para trocá-la por um “amigo do sono”, boneco ou bichinho que a criança agarra para dormir. Com o fim da necessidade oral, a sucção é substituída pela manipulação e os brinquedos para segurar e apertar desempenham o papel que antes era da chupeta.

A chupeta não deve ser confundida com brinquedo. Algumas famílias não compreendem que os bebês precisam de estímulos desde muito cedo e a chupeta acaba ocupando um espaço muito além da sua real função. As cores, tamanhos, formas, sons, texturas e movimentos dos brinquedos estimulam a criança e garantem um entretenimento saudável, que dispensa o uso exagerado da chupeta.



Substituição sem prejuízos

Assim como introduziram, pais devem tirar o hábito antes da criança completar dois anos



Foto: Getty Images
O interesse pela chupeta diminui com a descoberta de novos atrativos, como brinquedos e passeios
 

A psicoterapeuta Ivonise Fernandes da Motta, professora da Faculdade de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), defende o entra e sai da chupeta na vida da criança, conforme a necessidade em cada etapa do desenvolvimento. É um recurso “bem útil e positivo” para o bebê manter a sensação de que continua sendo cuidado quando a mãe se afasta após a mamada. Ele começa a aprender que existem substitutos: se não tem o seio, tem a chupeta. “A chupeta integra a presença e a ausência da mãe”, explica.

O objeto deixa de ser necessário quando mãe e filho se separam naturalmente, com o crescimento do bebê. A criança leva um tempo para entender que ela e a mãe são duas pessoas diferentes. “Algumas crianças precisam mais da chupeta nesse processo, outras, menos. O importante é que ela seja abandonada por volta de um ano, um ano e meio”, salienta.


Segundo a psicóloga, o atraso na retirada pode significar dificuldade dos pais ou da criança. Quando não consegue largar a chupeta, a criança está tendo alguma dificuldade de aceitar frustração ou de se relacionar com o mundo. “Apegar-se muito à chupeta revela uma insegurança: quais recursos de vida a criança tem para dar conta das situações que enfrenta no dia a dia?”, explica.

O interesse pela chupeta diminui com a descoberta de novos atrativos. Assim como introduziram a chupeta, os pais devem oferecer mordedores e brinquedos que podem ir à boca para ensiná-la a substituir. As brincadeiras e passeios aumentam com o passar do tempo e conduzem a criança para uma nova fase. “Os pais precisam aceitar que o filho está crescendo”, ressalta Ivonise.

Thelma Torrecilha, especial para o iG São Paulo | 02/12/2010 16:10



Para evitar o aparelho

Quanto antes, melhor: danos à mordida, à fala e à dentição são menores quando a criança abandona a chupeta mais cedo


Thelma Torrecilha, especial para o iG São Paulo | 02/12/2010 16:03




Foto: Getty Images
Quando a dentição se completa, a chupeta vira um problema que cresce exponencialmente
 
A restrição da chupeta à hora de dormir e até o final do segundo ano de vida aumenta as chances de correção das possíveis sequelas sem o uso de aparelhos e sem movimentação dos dentes. Quem garante é a dentista Daniela Prócida Raggio, professora de odontopediatria da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (USP).

Aos dois anos de idade, quase todos os dentes de leite já estão na boca e, a partir daí, o estrago provocado pela chupeta é cada vez maior. “O problema vai aumentando exponencialmente”, ressalta a dentista.

O impacto da sucção depende da frequência, da intensidade, do tempo de uso ao longo da vida e da predisposição genética para o surgimento de problemas de oclusão (contato dos dentes dos dois maxilares). Na somatória desses fatores, quanto mais frequente, intenso e prolongado o uso, maior o estrago e mais difícil a recuperação.

As deformações como mordida aberta, mordida cruzada, projeção dos dentes para frente e musculatura flácida de lábios e língua podem desaparecer com o tempo, após fim do hábito. Mas casos mais graves exigem tratamento ortodôntico e fonoaudiológico para a correção e a eliminação das consequências.

A chupeta pode prejudicar a aquisição da fala ao provocar alterações na articulação dos sons. Segundo a fonoaudióloga Flávia Neiva, a criança que chupa muito a chupeta tem comprometimento da musculatura oral e da movimentação da língua, e pode apresentar dificuldade para a produção motora de sons como S, Z e X (ch), que saem distorcidos, entre outras inabilidades.

Com a chupeta o dia inteiro, a boca nunca está completamente fechada. O hábito de permanecer com o lábio aberto e a língua rebaixada altera a mastigação, a deglutição, o paladar e induz a troca da respiração nasal pela oral. “Na teoria pura, é melhor não usar chupeta, mas temos uma cultura onde a chupeta existe”, pondera a fonoaudióloga.

Na impossibilidade de abolir a chupeta, ela reforça a ideia de disciplina: “A criança que usa o dia inteiro terá uma situação muito pior do que a que usa apenas para dormir, que por sua vez terá mais dificuldade do que aquela que só usa para pegar no sono”, resume.





Bom essa matéria serviu para tirar algumas dúvidas, mas eu só irei saber se o bebê vai querer ou eu vou deixar ele usar chupeta qdo nascer né? Pq sei q tem mto bebê que não pega o hábito da chupeta. Hehe no fim a palavra final sera do bebê.... Por um lado acho que pode ajudar acalmar como eu já vi acontecer, mas por outro, tenho medo da dependencia que cria, e os problemas dentários e fonos que podem ocasionar.
Bom, vamos lá isso vai acontecer na hora certa.
De qq forma, sempre aparece alguém para presentear com uma chupeta, então será inevitável ganhar um.
Se ele vai usar, vai aceitar, vai rejeitar, só o futuro dirá.